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SBAT e Fundação Biblioteca Nacional realizam no Rio reunião sobre o futuro da Coleção SBAT-Petrobras

Reunião realizada em 15 de abril, na Biblioteca Nacional, na Cinelândia, centro do Rio de Janeiro, integrou um processo de estudo conjunto entre SBAT, Fundação Biblioteca Nacional e Funarte para resguardar um dos mais relevantes conjuntos documentais da dramaturgia brasileira

A Sociedade Brasileira de Autores Teatrais – SBAT, e a Fundação Biblioteca Nacional realizaram, no dia 15 de abril, uma reunião na sede da Biblioteca Nacional, na Cinelândia, no Rio de Janeiro, para tratar da Coleção SBAT-Petrobras. O encontro integrou uma etapa de discussão avançada sobre a transição do acervo, hoje conduzida em sintonia institucional entre SBAT, Fundação Biblioteca Nacional e Funarte, com o objetivo comum de assegurar a preservação, a continuidade do cuidado técnico e o acesso qualificado a esse patrimônio documental. A coleção reúne 33.538 títulos, com textos e documentos, manuscritos e datilografados, abrangendo um panorama vastíssimo da produção dramatúrgica do país desde a criação da SBAT até o fim do século XX.

A reunião contou com a participação do presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Marco Lucchesi, da diretora-executiva da Fundação Biblioteca Nacional, Suely Dias, do procurador-chefe da Fundação Biblioteca Nacional, Thiago Zachariades Sabença, e da coordenadora-geral do Centro de Coleções e Serviços aos Leitores da Fundação Biblioteca Nacional, Maria José da Silva Fernandes. Pela SBAT, tiveram papel central na condução do diálogo Gillray Coutinho, Maria Rita Rezende e Fábio Rocha Pina, da coordenação provisória da entidade, assim como Solange Balbi e Júlio Castro, responsáveis pelo acervo da SBAT. Também esteve presente a secretária parlamentar Suelyemma Malato, representando o deputado federal Reimont.

A reunião também se insere em uma articulação recente da SBAT com a Funarte, em diálogo que incluiu encontro com Maria Marighella, então presidenta da fundação naquele ciclo de tratativas, reunião da qual também participou o deputado federal Reimont. No início de abril, Maria Marighella aparecia oficialmente à frente da Funarte em agendas públicas da instituição e em ações ligadas ao CEDOC, espaço definido pela fundação como responsável por preservar, organizar e dar acesso ao seu patrimônio documental. Em 16 de abril, a presidência da Funarte foi oficialmente assumida por Leonardo Lessa, em continuidade ao ciclo anterior.

A Coleção SBAT-Petrobras permanece sob guarda da Fundação Biblioteca Nacional desde o convênio firmado em 2008 entre as duas instituições. Nesse contexto, o que se desenha agora não é um processo encerrado, mas um percurso de estudo e construção institucional, com discussões em estágio avançado e com um grupo de trabalho voltado à transição responsável do acervo para o CEDOC da Funarte, preservando sua integridade material, histórica e documental.

Para a SBAT, trata-se de resguardar um acervo decisivo para a memória do teatro brasileiro, composto por obras, registros e documentos que atravessam mais de um século de criação dramatúrgica e vida autoral no país. A preservação desse patrimônio responde a um compromisso com a história, com os autores e com as futuras gerações, em um esforço institucional voltado à salvaguarda, ao estudo e ao acesso qualificado de uma das mais relevantes coleções teatrais da América Latina

Presentes, na primeira foto de pé,  da esquerda para a direita: Thiago Zachariades Sabença (procurador-chefe, Fundação Biblioteca Nacional); Suely Dias (diretora-executiva, Fundação Biblioteca Nacional); Gillray Coutinho (coordenação, SBAT); Suelyemma Malato (secretária parlamentar, gabinete do deputado federal Reimont); Maria Rita Rezende (coordenação, SBAT); Marco Lucchesi (presidente, Fundação Biblioteca Nacional); Maria José da Silva Fernandes (coordenadora-geral do Centro de Coleções e Serviços aos Leitores, Fundação Biblioteca Nacional); Solange Balbi (acervo, SBAT); Júlio Castro (acervo, SBAT); Fábio Rocha Pina (coordenação, SBAT).

 

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